A cerveja brasileira Skol é a marca mais valiosa da América Latina, segundo o quarto ranking anual BrandZ, elaborado pela Millward Brown Vermeer, do grupo WPP. Ela desbancou a mexicana Corona, que, no ano passado, encabeçava a lista. A marca Skol vale hoje US$ 8,5 bilhões, tendo crescido 20% do ano passado para cá.

A Corona, que estava invicta na liderança havia dois anos, tem valor de marca de US$ 8,47 bilhões. As duas marcas são controladas pela gigante belgo-brasileira AB inBev, que nasceu da fusão entre a Ambev e a Interbrew. O Brasil conquistou um grande feito, ao colocar mais três marcas nas dez primeiras posições: os bancos Bradesco e Itaú e a cerveja Brahma, também pertencente à AB InBev.

O ranking é dominado pelas marcas mexicanas; sua contribuição no valor total da lista cresceu de 33% no ano passado para 37% neste ano, puxadas pelo desempenho forte de Corona, Telcel e Televisa. As marcas brasileiras respondem por 24% do valor listado, com cervejas, alimentos e cuidados pessoais respondendo por 47% da participação nacional.

Um comunicado da Millward Brown Vermeer em seu site explica que o ranking combina informações financeiras com a opinião de consumidores para determinar o valor de marcas da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e México.

Cresceu. Entre as 50 marcas mais valiosas da região, a Antarctica foi a que apresentou o crescimento mais acelerado em 2015, de 62%, chegando a US$ 1,9 bilhão.

Sumiu. Já a Petrobras, que em 2012 era a marca mais valiosa da América Latina, sequer entrou na lista neste ano, por conta do tombo do seu valor de mercado.

Apareceu. O banco BTG Pactual apareceu pela primeira vez na lista, na 42ª posição.

Fonte: O Tempo